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A Editora UnB foi criada em 1962 e é a mais antiga editora universitárias do país. As linhas editorais têm se desenvolvido em várias frentes, com séries e coleções voltadas para públicos específicos ou para necessidades da própria comunidade acadêmica, a exemplo da série Ensino de Graduação; da série Pesquisa, Inovação & Ousadia e da Coleção Poetas do Mundo. Para a 2ª Feira Virtual da Editora da Unicamp, estamos oferecendo 40% de desconto em todo nosso catálogo.

 
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DISCURSO E MUDANÇA SOCIAL

Robert A. Dahl
De R$ 72,00 Por R$ 43,20

A última metade do século XX tem sido uma era de triunfo democrático. Desapareceram os mais importantes regimes antidemocráticos (comunismo, fascismo, nazismo) e novas democracias emergem com vigor ou hesitantemente pelo mundo afora. Neste livro de competente autoridade e acessível, um dos mais proeminentes teóricos políticos de nosso tempo fornece um Manual que esclarece o que é, por que é valiosa, como funciona e que dificuldades a democracia terá para enfrentar no futuro. Robert Dahl começa com uma clara explanação da história dos primórdios da democracia. Depois, uma discussão das diferenças entre as democracias, os critérios para o processo democrático, as instituições básicas necessárias para promoção das metas da democracia e as condições sociais e econômicas que favorecem o desenvolvimento e a manutenção dessas instituições. Dahl liustra seus pontos de vista com a descrição de diferentes países democráticos, explicando (por exemplo) por que a Índia, que aparentemente carece da maioria das condições para uma democracia estável, consegue sustentar a sua. O autor responde curiosas questões: a razão por que o capitalismo de mercado pode ao mesmo tempo favorecer e prejudicar a democracia. E conclui examinando os grandes problemas que os países democráticos enfrentarão no século XXI problemas que emergirão das complexidades na ordem econômica, da internacionalização, da diversidade cultural e da dificuldade de atingir-se um bom nível de competência do cidadão.

 
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QUEM CANTA O ESTADO-NAÇÃO? LÍNGUA, POLÍTICA, PERTENCIMENTO

Judith Butler , Gayatri Chakravorty Spivak
De R$ 55,00 Por R$ 33,00

Em Quem canta o Estado-nação?, Judith Butler e Gayatri Chakravorty Spivak tecem pertinentes considerações a respeito da situação dos “sem-estado”, pessoas que por várias razões foram forçadas a deixar seus países para viver em outras terras sem que pudessem obter o status de cidadãs. As autoras apresentam uma análise relevante de questões contemporâneas que afligem pessoas em todo o mundo, a partir de noções como cidadania, identidade, pertencimento e exílio. Residentes nos Estados Unidos, ambas as teóricas são consideradas dois dos nomes mais representativos e influentes no campo dos estudos críticos e literários na contemporaneidade. Neste livro, que segue o gênero de entrevista para dar às autoras a possibilidade de refletirem livremente sobre os temas abordados, Butler e Spivak dialogam com outros pensadores, como Hannah Arendt e Giorgio Agamben. A conversa crítica entre essas duas teóricas instigantes nos leva a uma viagem reflexiva por elas conduzida, com “a promessa do irrealizável”, um movimento duplo que aponta para uma promessa e uma possibilidade, ao mesmo tempo em que nos mostra a dificuldade de lidar com temas tão espinhosos e controversos em um momento não menos complexo. Por trás da análise crítica minuciosa e vibrante que ambas desenvolvem, encontra-se ainda o cuidado em refletir sobre a própria linguagem e o discurso que moldam não apenas nossos pensamentos, mas principalmente nossas concepções e construções de mundo.

 
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DISCURSOS CONTRA MARCO ANTÔNIO OU FILÍPICAS

Marco Tulio Cícero
De R$ 120,00 Por R$ 72,00

Após a vitória contra os exércitos de Tito Labieno, Gneu e Sexto Pompeu na Batalha de Munda (¬45 AEC), Júlio César tornou-se o homem mais poderoso de Roma. Passou a acumular cargos públicos e receber homenagens na qualidade de dic¬tator perpetuus, o que ia de encontro às práticas republicanas então admitidas. Não demorou muito tempo para que o senado se mobilizasse num movimento de oposição, que culminou com o assassinato de Júlio César nos famosos idos de março de ¬¬44 AEC. O acontecimento deu origem a uma grave crise política e jurídica. Cícero, que contava já 63 anos de idade e possuía um longo – e nem sempre explícito – histórico de oposição a Júlio César e a seus aliados, assume a função de porta-voz dos conspiradores nos Discursos contra Marco Antônio ou Filípicas. Os discursos foram pronunciados ao senado e ao povo romano entre setembro de 44¬¬ e abril de ¬43 AEC. Flagram a contradição entre a resistência do senado a um novo confronto e a urgência de ações para restaurar a ordem pública, mesmo que elas exigissem o banho de sangue de uma guerra civil. Citadas ainda na Antiguidade como modelo de oratória e, sobretudo, como última expressão do maior orador da língua latina, as Filípicas constituem, simultaneamente, clássico da literatura universal e importante documento sobre os últimos anos da república romana.

 
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SOBRE A DEMOCRACIA

Robert A. Dahl
De R$ 72,00 Por R$ 43,20

A última metade do século XX tem sido uma era de triunfo democrático. Desapareceram os mais importantes regimes antidemocráticos (comunismo, fascismo, nazismo) e novas democracias emergem com vigor ou hesitantemente pelo mundo afora. Neste livro de competente autoridade e acessível, um dos mais proeminentes teóricos políticos de nosso tempo fornece um Manual que esclarece o que é, por que é valiosa, como funciona e que dificuldades a democracia terá para enfrentar no futuro. Robert Dahl começa com uma clara explanação da história dos primórdios da democracia. Depois, uma discussão das diferenças entre as democracias, os critérios para o processo democrático, as instituições básicas necessárias para promoção das metas da democracia e as condições sociais e econômicas que favorecem o desenvolvimento e a manutenção dessas instituições. Dahl liustra seus pontos de vista com a descrição de diferentes países democráticos, explicando (por exemplo) por que a Índia, que aparentemente carece da maioria das condições para uma democracia estável, consegue sustentar a sua. O autor responde curiosas questões: a razão por que o capitalismo de mercado pode ao mesmo tempo favorecer e prejudicar a democracia. E conclui examinando os grandes problemas que os países democráticos enfrentarão no século XXI problemas que emergirão das complexidades na ordem econômica, da internacionalização, da diversidade cultural e da dificuldade de atingir-se um bom nível de competência do cidadão.

 
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ESTADO E PUNITIVIDADE: PROBLEMAS DE GOVERNANÇA PENAL DEMOCRÁTICA

David S. Fonseca e Carlos Canedo
De R$ 120,00 Por R$ 72,00

No interior de sociedades democráticas, os limites de atuação do sistema penal sempre provocam intenso debate. O aumento do uso das prisões ao redor do mundo é um dos temas mais espinhosos da atualidade, de forma a demandar respostas que permitam compreender as razões por detrás dessa expansão. Nesse processo, a inter-relação entre democracia e governança penal revela complexos matizes na adoção de modelos de punição e na forma de exercício do controle social formal em diferentes países. Com a presente obra, a análise de diversas regiões permite um amplo esforço comparativo, enquanto também oferece novos métodos e abordagens no estudo desse fenômeno. Ao reunir esses trabalhos, este livro viabiliza caminhos para se discutir a relação entre penalidade e democracia de modo amplo, com a introdução de discussões que ultrapassam a simples atribuição do atual encarceramento em massa ao efeito do punitivismo e do populismo penal. Os artigos aqui reunidos permitem que aspectos estruturais e institucionais de vários contextos democráticos sejam analisados de forma detida e aprofundada, de modo a complementar, quando não subverter, as explicações tradicionais sobre a crise contemporânea do sistema penal. O intuito é, assim, permitir que as discussões sobre esse tema no cenário brasileiro possam incorporar outras perspectivas, refinar os diagnósticos e permitir a elaboração de proposições para melhoria desse campo de atuação estatal.

 
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TRADUÇÃO COMO PRÁTICA DE RESISTÊNCIA E INCLUSÃO: VOZES FEMININAS NEGRAS

Norma Diana Hamilton e Alessandra Ramos de Oliveira Harden
De R$ 40,00 Por R$ 24,00

Este livro nasceu do desejo de discutir a (in)visibilidade da autoria feminina negra em sua relação com a atividade tradutória. Subjacente à argumentação dos artigos aqui contidos está o fato de que as produções teóricas e literárias de intelectuais e escritoras negras têm construído uma tradição epistemológica que se contrapõe à visão eurocêntrica e a ela resiste. Nesse sentido, é um conjunto de texto que, além de denunciar a opressão estrutural que sofrem as mulheres negras em sociedades patriarcais racistas, reivindica outros espaços e direitos, gerando representações mais adequadas e justas sobre o sujeito feminino negro. Nesse ato político de representar a si mesmas, essas vozes se tornam a autoridade de sua própria história. A tradução faz parte inegável desse processo, uma vez que define em grande parte quais vozes serão ouvidas, em que línguas e de que forma. Assim, o fazer tradutório se junta à produção de escritoras e intelectuais negras como instância de visibilidade, de crítica e, mais importante, de prática de resistência e inclusão.

 
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NAS SENDAS DE JACQUES BRAULT: ANTOLOGIA DE POEMAS 1965-2006

Jacques Brault
De R$ 45,00 Por R$ 27,00

Apresentamos neste volume uma seleta dos poemas de Jacques Brault, premiado escritor canadense, desde seu primeiro livro, Mémoire (1965), até seu mais recente livro de poemas, L’Artisan (2006), trazendo para o leitor brasileiro um vasto panorama desta obra poética ainda desconhecida no Brasil.

 
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SITUANDO O SELF: GÊNERO, COMUNIDADE E PÓS-MODERNISMO NA ÉTICA CONTEMPORÂNEA

Seyla Benhabib
De R$ 65,00 Por R$ 39,00

O atual clima de ceticismo nos círculos intelectuais, acadêmicos e artísticos quanto à continuidade do “projeto da modernidade” baseia-se em uma compreensível desilusão com uma forma de vida que ainda perpetra guerras, armamentismo, destruição ambiental e exploração econômica à custa da satisfação de necessidades humanas básicas com dignidade humana; com uma forma de vida que ainda relega um status político e moral de segunda classe a muitas mulheres, povos não cristãos e não brancos; com uma forma de vida que corrói as bases da coexistência solidária em nome do lucro e da competição. Se a forma de vida das democracias de massa do capitalismo avançado pode se reformar a partir de dentro é uma questão premente. Minha convicção, todavia, é a de que o projeto da modernidade só pode ser reformado a partir de dentro dos recursos intelectuais, morais e políticos que se tornaram possíveis e disponíveis para nós por meio do desenvolvimento da modernidade em uma escala global desde o século XVI. Entre os legados da modernidade que hoje precisam ser reconstruídos, e não indiscriminadamente destruídos, estão o universalismo moral e político comprometido com os ideais, agora aparentemente suspeitos e “fora de moda”, do respeito universal por cada pessoa em virtude de sua humanidade; da autonomia moral do indivíduo; da igualdade e da justiça econômica e social; da participação democrática; das mais amplas liberdades civis e políticas compatíveis com princípios de justiça; e da formação de associações humanas solidárias.

 
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A MÚSICA E A DANÇA POPULAR NA APRENDIZAGEM DAS ARTES CÊNICAS: JOGOS RAPSÓDICOS

Luis Carlos Ribeiro dos Santos
De R$ 82,00 Por R$ 49,20

Os Cocos, Sambas, Cirandas e cantigas de roda são formas especiais de jogo, modelos interdisciplinares exemplares para a criação de jogos para a prática do teatro na educação: os jogos rapsódicos de aprendizagem das artes cênicas. Por suas características de ludicidade e significação cultural, as músicas e danças são campos de saberes e experiências com temas, formas e conceitos importantes, como o sentido de jogo, o caráter estético, a intensidade, a fascinação, a improvisação, as linguagens artísticas e o valor etnográfico. Este é um programa de jogos para o teatro, com uma metodologia que contempla a educação corporal e musical e integra a dança e a música nos processos de criação e aprendizagem. O jogo rapsódico é uma “brincantoria”, brincadeira e cantoria, com dança, música, narrativas e rapsódias; “contaria de histórias”, brinquedo cantado, dançado, dramatizado, “descrevivido”, descrito com vida. Arte-ação com teatro, música e dança, ação cultural de abertura de conexões colaborativas entre os territórios da pedagogia das artes cênicas e das culturas brasileiras. Estudos e práticas do teatro musical popular brasileiro. Outras relações de ensino-aprendizagem das artes no século XXI. Utopia pedagógica das artes cênicas em diálogo e comunhão com as tradições, que coloca em movimento as musicalidades e corporeidades dos Sambas, Cocos, Cirandas e brincadeiras, as vozes poéticas do brincante, do narrador, do rapsodo, do griot, para complementar os métodos ensinados no Brasil.

 
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A HISTÓRIA É UMA LITERATURA CONTEMPORÂNEA

Ivan Jablonka
De R$ 120,00 Por R$ 72,00

A “investigação”, a “cena da ausência”, o “eu de método”, a “história com nós” são algumas das expressões presentes nas obras mais recentes de Ivan Jablonka. Como escrever a filiação no momento em que os últimos sobreviventes desaparecem? Como historicizar o historiador? Como dizer o desamparo (tanto dos pais quanto dos filhos)? É possível dar voz aos que estão à margem da sociedade? Estas questões exigem formas específicas. Na continuidade dos historiadores Paul Veyne e Michel de Certeau, o autor cartografa e explora formas textuais em ciências sociais, campo que se caracteriza por “escritas do real”. No entanto, realça que nem toda história é um “romance verdadeiro”, e nem toda literatura é romance. Partindo desse projeto, estudou principalmente o trabalho da assistência social francesa e da história de mulheres (sua avó Idesa Jablonka, comunista e assassinada em Auschwitz, a jovem érèse e a imigração forçada que a conduz à loucura, a jovem Laëtitia e seu corpo desmembrado). Assim, o leitor se depara com ensaios, romances e o chamado “terceiro continente”: os “textos- pesquisa”, novas formas que emergem com cada investigação, pois a reconciliação entre pesquisa científica e literatura se faz, segundo o autor, pela investigação de novas formas. As pistas são exploradas e podem ser aprofundadas ou abandonadas em função de uma única necessidade: um dizer verdadeiro.

 
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COMENTÁRIOS SOBRE A PRIMEIRA DÉCADA DE TITO LÍVIO

Nicolau Maquiavel
De R$ 50,00 Por R$ 30,00

Em 'Comentários sobre a primeira década de Tito Lívio', Maquiavel brinda o leitor com a história de Roma, discorrendo sobre a sua política, suas divergências e seus conflitos.A obra escrita entre 1513 e 1517, cujo título original é Discorsi, é uma digressão sobre os dez primeiros livros do historiador romano Tito Lívio. Maquiavel não se preocupa em fundamentar afirmativas ou documentar suas referências. Em vez disso, identifica no passado acontecimentos ou sequências de eventos que ilustrem e confirmem suas convicções acerca do presente, em especial a política a ser seguida pelas cidades italianas.

 
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CIDADES NOVAS

Ricardo Trevisan
Gratuito

Uma viagem ao universo das cidades novas, esse é o convite que esta obra vem oferecer aos leitores a fim de transitar, a partir da visão particular do autor, pelo contexto, pelos conceitos e pelos aspectos inerentes a esse tipo urbanístico, ainda pouco explorado pela literatura especializada brasileira. Uma viagem feita por exemplares de cidades intencionalmente criadas, nacionais e internacionais, da Antiguidade ao século XXI, revelando seus empreendedores, suas funções dominantes, seus locais estratégicos, seus profissionais e seus projetos. Elementos agenciados no tempo, planejados e projetados, tendo por resultado uma diversidade de modelos cuja essência é a mesma: ser uma cidade nova. Uma viagem sem ordem cronológica ou delimitações geográficas, na qual as cidades novas são expostas a fim de proporcionar ao leitor uma compreensão mais fácil e ágil do tema abordado. Igualmente, as referências bibliográficas obtidas em acervos no Brasil, na França e na Itália, permeados por levantamentos realizados em sítios eletrônicos especializados, embasam e dão suporte aos conceitos construídos. Uma viagem aberta, segundo um olhar e uma definição particular, prefaciada por palavras de Philippe Panerai e Sylvia Ficher, enfim, um porto seguro pessoal que compartilho com pesquisadores e estudiosos do urbanismo, do planejamento urbano, da história das cidades e demais curiosos pela temática.